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BIOGRAFIA:
ALGUMAS
NOTAS BIOGRÁFICAS
Vitor de
Figueiredo, de seu nome completo Vitor Manuel
Fernandes Vasconcellos de Figueiredo, nasceu em
Lisboa em 3 de Setembro, no signo de Virgem.
O seu
primeiro livro de poemas – “Memórias do Amor
Impossível” - ainda não editado, resultou de
uma colectânea seleccionada pelo autor entre
muitos poemas escritos em diversos lugares, ao
longo de trinta anos, em sua maioria inéditos e
subordinados ao tema do “Amor Impossível”.
O
cumprimento do serviço militar, em Lisboa,
levou-o para Ponta Delgada, na Ilha de S. Miguel
- Açores, e depois para Goa, no antigo Estado
Português da Índia, em 1955. A sua paixão pela
Índia levou-o a permanecer em Goa, como
funcionário público, voltando a Portugal em
1961, ano em que a República da União Indiana
invadiu e tomou aquele território.
Colocado
no então Ministério do Ultramar, em Lisboa,
trabalhou ali até ao final de 1962, sendo,
então, colocado em Luanda - Angola, para onde
viajou em 1963.
Viveu
naquela Província Ultramarina até 1975, ano em
que regressou a Portugal e emigrou para o
Brasil. Ali, viveu em Curitiba - Paraná,
trabalhando na Grande Loja dos Países de Língua
Portuguesa da Antiga e Mística Ordem Rosacruz -
AMORC, de antiquíssima tradição, fundamentada
no Egipto antigo, regressando a Portugal em
1986. Já era membro da AMORC desde 1972.
Entre
várias funções que desempenhou naquela
Organização, desenvolveu intensa actividade em
Publicidade, Marketing e Relações Públicas,
destacando-se como conferencista, e dando Cursos
e Palestras do foro espiritualista, místico e
esotérico sobre Controlo Mental, Aura Humana,
Poder da Mente, etc.
Na
adolescência, o autor publicou alguns contos e
poemas em Jornais Portugueses, mesmo no extinto
“A República”, em Lisboa, assim como, anos mais
tarde, em Revistas e Jornais de Angola.
Colaborou ainda com trabalhos especializados e
publicados pela Ordem Rosacruz - AMORC, no
Brasil, sobre expansão da Organização e
Psicologia/Misticismo, mormente com o Ensaio “O
Homem e a Mente”.
Alguns
dos poemas foram premiados nos Jogos Florais do
BNU, em 1995, com o 2º. Prémio de Poesia Livre
no Poema “Outro Domingo” e 3 Menções Honrosas
que distinguiram o “Poema da Significação”, o
“Poema na Segunda-Feira” e o “Primeiro Poema do
Tempo do Leite”.
Escreveu
também o Livro de Contos “Primeira Carta a Smile
e outras Histórias”, alguns das quais também
premiadas nos referidos Jogos Florais do BNU com
o 1º., 2º. e 3º., prémios, este último ex-aequo,
e uma Menção Honrosa. Um dos Contos - “Evocação
de Uma Tarde de Amor Numa Praia Sem Ar
Condicionado” (1.º prémio no BNU) ganhou também
uma Menção Honrosa do Júri na modalidade de
Prosa nos “II Jogos Florais Irene Lisboa”,
organizado pela Câmara Municipal de Arruda dos
Vinhos, em Abril de 1999.
Prepara
o autor um outro livro que, desde há alguns anos
vem elaborando; obra de maior fôlego e diferente
temática, à qual dedica mais interesse, e que
intitulou de “OS FIOS DOURADOS”.
Trata-se
de uma colectânea de cartas trocadas com várias
correspondentes brasileiras sobre temas
esotéricos e místicos, e na qual inclui vários
dos 43 artigos que publicou também numa Secção
de Correspondência temática no “Jornal do
Incrível” - criada pelo autor e intitulada “A
Vista da Pirâmide”, em 1986, 1987 e 1988.
É autor
de ensaios sobre temas esotéricos, místicos e
psicológicos, também não editados - “O SORRISO
DO GATO” - “Ensaio sobre a Alma”, “O HOMEM E A
MENTE” – Uma abordagem psicológica e esotérica -
(publicado em parte pela AMORC), e “A AURA, ESSA
DESCONHECIDA” – Uma abordagem científica e
mística.
Nesta
data, o signatário terminou de escrever o
Romance Autobiográfico “A TRAJECTÓRIA DO
IMPENSÁVEL – Memórias de um Sobrevivente da
Índia, Angola, Brasil e Portugal – Volume I -
ÍNDIA – supondo que o possa publicar no corrente
ano, e nos anos próximos, se tiver vida e saúde,
escrever e publicar os restantes 3 Volumes da
obra.
Seu
percurso pode resumir-se a uma existência
intensamente vivida na busca do conhecimento de
si mesmo desde a adolescência e por cerca de 50
anos. Casado duas vezes, divorciado do 1.º
casamento e viúvo do segundo, praticando o amor
possível e ideal que sempre procurou, pai de 5
filhos e 33 anos emigrado da terra natal, já
plantou algumas árvores, tentou o cultivo da
fraternidade e do amor ao próximo e,
provavelmente, com alguma coerência consigo
mesmo, tinha de reunir em algumas obras os
poemas, contos e trabalhos espiritualistas que o
Amor e o conhecimento lhe inspiraram ao longo da
vida.
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